Obra no prazo e na margem, sem você no canteiro. O próximo passo é uma conversa de diagnóstico comigo: eu olho a sua operação e desenho com você um plano para sair dela em 6 meses.
Eu não conheço a obra por relatório. Conheço da cadeira de quem respondia pela compra e pela máquina na data certa.
Isso não chega na sua mesa como problema de gente. Chega em linhas que você já conhece:
Você não começa a obra pelo acabamento. Começa pela fundação. Na construtora é igual: software e processo são o acabamento, a fundação é gente. Quem tenta sair da operação e não consegue quase sempre pulou o primeiro pilar.
Quem faz o quê, quem responde a quem e onde a obra perde lucro. Você sai com o primeiro líder definido e a compra urgente medida pela primeira vez.
Líderes escolhidos pelos três níveis de confiança: a raiz é o caráter, o tronco é a capacidade, as folhas e os frutos são a entrega. São eles que montam as equipes, com perfil de cargo.
Com as pessoas certas no lugar, elas desenham a compra, a programação de equipamentos e a contratação. Processo feito por gente errada e colocado no sistema nunca mais sai de lá.
Os líderes fazem a gestão com indicador. Você acompanha uma vez por semana: o percentual de compras urgentes sobre o total, em quantidade e em dinheiro.
É uma mentoria em grupo, só de donos de construtora. Todo mundo vive a mesma compra urgente e o mesmo cronograma, então o caso de um serve para os outros. E cada etapa termina com uma tarefa e um indicador, aplicados na sua obra.
É o tempo de escolher e formar os líderes, deixar que eles desenhem os processos e ver o indicador cair semana após semana. Menos que isso, você só troca o problema de lugar.
Encontro ao vivo com a turma, conduzido por mim. Você traz a obra da semana e o número da semana, e sai com a próxima tarefa.
Quem conduz a conversa de diagnóstico sou eu, do começo ao fim.
Quanto tempo atrasou, quantas pessoas ficaram paradas, quanto custou. É com o seu número que eu trabalho, não com um número meu.
E desenho com você um plano para sair da operação em 6 meses, começando pelo primeiro líder que você precisa.
Se eu achar que não consigo ajudar a sua construtora, eu digo. E mesmo sem seguir adiante, você sai sabendo onde a sua obra perde lucro.
Não. Consultoria vende hora, desenha o processo, entrega o manual e vai embora, e o manual fica na gaveta. Aqui você aprende a montar o seu time de líderes, e são eles que desenham os processos. Por isso a construtora continua de pé quando a mentoria acaba.
Não. O software é bom, o resto é que não está funcionando. Software não pede a escavadeira sozinho: sem a pessoa certa e sem processo, ele fica instalado e ninguém usa.
Quem trata gente como recurso contrata às pressas, sem perfil de cargo, e troca toda hora. Recurso você explora e usa. Capital você investe e colhe. Quem escolhe com critério, forma e mantém encontra gente que ganha por dois, mas produz por três, quatro.
A turma é só de donos de construtora. A compra urgente, o cronograma e a equipe parada são os mesmos, muda o tamanho da obra. Acontece na grande e acontece na média. A causa é a mesma.
É justamente o tempo que você quer de volta. O começo é pelo que mais pesa: o raio-x, o primeiro líder e a compra urgente medida. No fim, você aparece uma vez por semana, na reunião do indicador com os seus líderes.
Não. A margem da sua obra é sua, e eu não vou inventar um número. O lucro volta por três contas: cada compra urgente que vira compra programada, cada dia de equipe que não para e cada decisão que sai da sua mesa e vai para um líder.
O investimento é falado na conversa, depois que eu entender a sua operação. Não faz sentido falar de valor antes de saber onde a sua obra perde lucro.
Você vai receber uma mensagem no WhatsApp para marcar a sua conversa de diagnóstico comigo. Até lá, separe uma obra que atrasou: quanto tempo, quantas pessoas ficaram paradas, quanto custou.